Perfil

Minha foto
Itu, São Paulo, Brazil
José Humberto de Lima. Estado não de onde fui criado, Porém, de nascimento. Que seria de mim hoje, Se aos cinco anos, Não tivesse te deixado. Paraíba! Será, que um grande fazendeiro? Será, um escritor de cordel? O que tu tinhas, para me oferecer? Naquela seca, onde nem chorar podia eu, Porque minhas águas deixaram de minar. Paraíba! Aqui em São Paulo, A qual essa amante encontrei, Coisas boas não me ofereceu. Entretanto minha força sugou, Só me restou o dom de escrever, Que de herança confesso, adquiro de Ti. Aí, sou neto de Cecília e Severino do Cangaço, Que teve um filho padre, pessoa importante. E sou filho de um tal Migué, Que com muito esforço e trabalho, Trouxe para cá seus filhos e sua mulher. Cá não valho nada, sou conhecido de pseudo-zé. Arrependido encontro eu, Maculei o que era eterno, Ajoelhado clamo a Ti, mil perdões. Não esquivei, baixei minha guarda, Pois é junto de Ti que devo ficar. Paraíba!

ESCRITA

ESCRITA
Coloco aqui fragmentos da vida, alguns textos foram escritos, em momentos que sentia as palavras acariciando-me, porém toscas, precisando ser lápidas, e confesso que estou tentando, mas ainda não esculpi nenhum diamante. Todavia, não desisto de escrever, porque só assim, sei que estou respirando.

Botão

Botão
VOLTAR PARA O INÍCIO

sábado, 28 de maio de 2016

27.05.2016


Todos os dias, ferem mais nossas almas, que o corpo. Dói como um estupro por trinta homens, parece, que nunca receberam educação.


Já não carrego mais a pedra igual antes, que fora destinado diariamente, deixá-la no cume de uma montanha. 


Cuspi o que me amarrara, e nada do que me ajudara a construir-me, era tudo, tudo ativismo. E ainda, há tantos chorando, o amargo da alegria, com uma pitada, doce de esperança.


O conhecimento desumaniza a muitos, e Deus talvez, fora humanizado. O que será da gente? Ele deixará de nos escutar!?


Certo dia, me refleti para vida, e agora o que será de mim? Senti o universo respirar, sabe-se agora seu cheiro, sua cor. E o quanto tentá-lo conhecer, ao invés de senti-lo, entristecia-me. Emudeci-me diante da doce revelação, e de como carregar as pedras, do cotidiano.

Nenhum comentário:

Comentários Recentes